
Quando eu te vi, conheci teu ser.
Quando conversei, conheci você.
Quando percebi, conheci o sentir.
Quando desejei, conheci a mim.
Quando conversei, conheci você.
Quando percebi, conheci o sentir.
Quando desejei, conheci a mim.
Conheci a mim, quando te avistei.
Conheci o sentir, quando conversei.
Conheci você, quando percebi.
Conheci teu ser, quando desejei.
Compreende? Então...
De você, quero você.
De mim, quero querer.
De nós, quero o amor.
Quero o amor, que é teu.
Quero o querer, que é nosso.
Quero você, pra mim.
Tive medo de um dia não mais te querer, mas isso foi até conhecer o "nós".
Não sei se eu te amo, mas eu amo o que é nosso. Amo nós, com amor.
Conheci o sentir, quando conversei.
Conheci você, quando percebi.
Conheci teu ser, quando desejei.
Compreende? Então...
De você, quero você.
De mim, quero querer.
De nós, quero o amor.
Quero o amor, que é teu.
Quero o querer, que é nosso.
Quero você, pra mim.
Tive medo de um dia não mais te querer, mas isso foi até conhecer o "nós".
Não sei se eu te amo, mas eu amo o que é nosso. Amo nós, com amor.
Por Alexandre Carollo http://malabarismodeversos.blogspot.com/
Twitter @aleecarollo
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